“Nós somos democratas e respeitamos o contraditório”, afirma Ernesto Roller

Secretário concedeu entrevista à Rádio Terra Fm nesta terça-feira (22)

 secretário Ernesto Roller participou, na manhã desta terça-feira, 22, do Jornal da Terra, da Rádio Terra FM (104,3), em Goiânia. Durante a entrevista, Roller falou sobre o trabalho da Secretaria do Governo ao longo deste ano, com ênfase na solução de convênios em aberto do programa Goiás na Frente (GNF), na articulação política e na atuação republicana do governador Ronaldo Caiado.

A pasta tem concentrado esforços na análise dos mais de 300 convênios do GNF celebrados com municípios goianos. “Fizeram o lançamento do GNF e disseram que iam investir 9 bilhões de reais, incluindo 1 bilhão da venda da Celg, mas na verdade celebraram 500 milhões em convênios, repassaram 166 milhões e não tem mais dinheiro. Prometeram aquilo que não tinham, exatamente para tornar os prefeitos reféns”, afirmou.

Ainda segundo Roller, “o que o governador tem determinado é a finalização dos convênios, pois que não há recursos”. Cerca de 40 convênios já foram encerrados, sendo que todas as obras iniciadas passaram por vistoria e aguardam uma definição do governo estadual, nos termos do decreto nº 9.436, de abril. A intenção da Segov é garantir o mínimo de funcionalidade às obras em andamento e evitar maiores prejuízos às prefeituras goianas.

Sobre a atuação do governador Caiado, o secretário assegurou que a atual gestão acredita no diálogo: “Nós somos democratas, nós somos pessoas que respeitamos o contraditório”. Também nesse sentido, afirmou, sobre as eleições municipais do ano que vem, que “cabe à população escolher os melhores prefeitos. Não existe mais curral eleitoral de ninguém. Cada um apresenta sua proposta”.

Com relação ao convênio celebrado entre a Segov e o Cevam, que teve prestação de contas rejeitada, Roller explicou que são seguidos critérios técnicos para os repasses: “Há um apontamento técnico pela rejeição das contas prestadas nesse convênio. Nós notificamos a instituição com relação a isso. Não compete a mim estabelecer discussões, eles devem apresentar a documentação. O convênio continua lá.”

O secretário também se mostrou otimista quanto ao projeto de lei enviado pelo Poder Executivo à Assembleia Legislativa, neste mês, abrindo a possibilidade de venda de até 49% das ações da Saneago: “O governo mantém 51% da sua titularidade e vende 49% das ações, isso promove injeção de capital na empresa e, para o cidadão, é melhor. Uma empresa com ações na bolsa terá controle e fiscalização cada vez maiores”, finalizou.

Comunicação Setorial da Segov

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